Alguma coisa me diz o que devo pensar.
Ela pode estar no ar, no lugar, no próprio ato de pensar, ou ainda , no estar.
Mas o que faço com esse pensamento meu corpo já não entende, ninguém compreende, e até a linguagem fica ausente, pois não sente vontade para explicar.
Ai ... como irei me expressar não pensando mais naquilo que dizem que penso,
nem naquilo outro que disse que pensava, e muito menos nisto em que pensei ainda agora.
Mas e aí?
O que pensar desse não pensar...
O que fazer com esse não fazer...
Como querer esse não querer...
e ainda assim ser este não ser?
Só penso, faço, quero e sei.
Do jeito que alguém me incentivou, diferente daquilo que me foi negado, da forma que ninguém me mostrou e que você me proporcionou.
terça-feira, 19 de junho de 2007
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Encontros
O momento exato da conquista não correponde somente a realização do desejo almejado.
Há todo um processo implícito que mesmo que se faça de conta que não há, irá atrapalhar a sua vida fazendo um nó. Pode até fritar sua cabeça, pois fica inevitável parar de pensar em "se" e "talvez". Trava-se uma luta constante contra impulsos, ilusões, receios e inseguranças.
De seguro e certo nesta vida só temos seu fim, a morte.
Contradizendo toda a vida que merece ser envolvida em conquistas, em outras vidas.
Afinal, quem convida outra vida em si só não fica.
Mas por que fica?
Se cada encontro é revelado solto, desvinculado e até mesmo não intencionado.
Talvez só se fica considerando o momento como algo inabalável, e assim palpável e classificável.
Então, o que fazer quando os momentos não parecem exatos o suficiente para se determinar o que deverá ser esperado?
Há todo um processo implícito que mesmo que se faça de conta que não há, irá atrapalhar a sua vida fazendo um nó. Pode até fritar sua cabeça, pois fica inevitável parar de pensar em "se" e "talvez". Trava-se uma luta constante contra impulsos, ilusões, receios e inseguranças.
De seguro e certo nesta vida só temos seu fim, a morte.
Contradizendo toda a vida que merece ser envolvida em conquistas, em outras vidas.
Afinal, quem convida outra vida em si só não fica.
Mas por que fica?
Se cada encontro é revelado solto, desvinculado e até mesmo não intencionado.
Talvez só se fica considerando o momento como algo inabalável, e assim palpável e classificável.
Então, o que fazer quando os momentos não parecem exatos o suficiente para se determinar o que deverá ser esperado?
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